Coimbra
Num cantinho diminuto do planeta, rodeado por montes e vales, aldeias, vilas,
amor, ódio, uma cidade onde o Sol parece brincar, escondendo-se nas árvores ou
nas nuvens, mas apesar disso presente em cada recanto, observador atento ao
gesto de cada humano, de cada ser vivo. Nesses recantos onde tudo é fértil,
gotículas de bênção caindo na alma deslizam por faces rochosas, e pelas rugas
dos vales se encaminham à pressa para o mar. O Sol dá visão mais ampla, a água
dá a vida que não pára nunca, causadora tanto das mais elevadas perdas, como da
mais franca prosperidade; mesmo que alguém lhe imponha um destino, ela tem seu
percurso, onde há muito de cíclico e de inevitável: perda e ganho, guerra e paz!
Embora num cantinho diminuto do planeta, rodeado por montes e vales, aldeias,
vilas, amor, ódio, uma cidade onde o Sol parece brincar, escondendo-se nas
árvores ou nas nuvens, mas apesar disso presente em cada recanto, observador
atento ao gesto de cada humano, de cada ser vivo. Nesses recantos onde tudo é
fértil, gotículas de bênção caindo na alma deslizam por faces rochosas, e pelas
rugas dos vales se encaminham à pressa para o mar. O Sol dá visão mais ampla, a
água dá a vida que não pára nunca, causadora tanto das mais elevadas perdas,
como da mais franca prosperidade; mesmo que alguém lhe imponha um destino, ela
tem seu percurso, onde há muito de cíclico e de inevitável: perda e ganho,
guerra e paz!

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